Gasquet: «Estou muito surpreendido com esta vitória»

Richard Gasquet decidiu disputar o Millennium Estoril Open 2015 com a intenção de ganhar ritmo e testar as suas costas, depois de cerca de um mês e meio afastado da competição devido a problemas na zona lombar, mas a sua permanência na prova ATP 250 nacional prolongou-se de tal forma que o gaulês sai de Portugal com o troféu na bagagem.

“Estou muito surpreendido com esta vitória. Foi um grande triunfo, joguei muito bem e estou muito satisfeito”, disse o gaulês após a final.

Depois de em 2012 ter deixado escapar o título para o então jovem e inexperiente Novak Djokovic e em 2012 para o possante Juan Martin Del Potro, o gaulês de 28 anos impôs-se frente ao estreante em finais  Nick Kyrgios. A chave para o triunfo? A capacidade de anular a arma de adversário.

“Respondi bem ao serviço. Joguei o meu jogo e aproveitei bem este tipo de condições, que favorecem o meu jogo. Joguei muito bem, fiz poucos erros e devolvi todas as bolas e foi por isso que ganhei”, analisou o 28.º do mundo.

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Gasquet referiu durante toda a semana que não se considerava favorito na luta pelo título, mas hoje assumiu esse estatuto dentro do court e não foi apenas a experiência a falar mais alto. O antigo número sete do mundo teve o cuidado de estudar o adversário.

“Coloquei muito spin e fi-lo correr. É um grande jogador, muito possante, grande servidor, tem uma grande direita e um grande serviço. Sabia que tinha de jogar muito bem para conseguir ganhar”.

O jogador francês segue agora para Madrid, para disputar esta semana o Masters 1000 espanhol. O seu adversário será mais um dos grandes servidores do circuito: Ivo Karlovic. “Vai ser um encontro difícil, mas eu vou jogar sem pressão e confiante por ter vencido aqui o título”, concluiu”.

Sobre o autor
- Descobriu o que era isto das raquetes apenas na adolescência, mas a química foi tanta que a paixão se mantém assolapada até hoje. Pelo meio ficou uma licenciatura em Jornalismo na Escola Superior de Educação de Viseu e um Secundário dignamente enriquecido por cadernos cujas capas ostentavam recortes de jornais de Lleyton Hewitt. Entretanto ganhou (algum) juízo, um inexplicável fascínio por esquerdas paralelas a duas mãos e um lugar no Bola Amarela. A escrever por aqui desde dezembro de 2013.

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