Zverev: «Quero melhorar o meu desempenho nos Grand Slams»

Alexander Zverev está em Pequim, na China, para dar início ao fim daquela que é já a melhor temporada da sua carreira. Atualmente na quarta posição do ranking, o alemão de 20 anos não perde muito tempo a falar do passado, até porque já só tem poder sobre o que está por vir. Na próxima temporada, revela, o objetivo passa por passar mais tempo nas quatro maiores provas do calendário.

“Quero melhorar o meu desempenho nos Grand Slams; quero avançar mais nesses torneios”, sublinhou Zverev, que, em dez presenças em provas major, o melhor que conseguiu foi os oitavos-de-final em Wimbledon do ano passado. “Tenho sido bastante consistente nos últimos anos. Tive bons encontros e não sofri derrotas muito pesadas, por isso estou contente com a forma como tenho evoluído”.

Ainda assim, Sascha está ciente do sinuoso caminho até à glória. “Há muitas coisas que é preciso melhorar. O Roger [Federer] e o Rafa [Nadal] são os dois melhores jogadores de sempre mas continuam a melhorar ano após ano. Não se pode parar. É isso que tenciono fazer para chegar ao topo do ténis”.

O plano do antigo número um júnior passa por apontar os olhos para os melhores e fazer ouvidos moucos ao que é acessório. “Tenho lidado com as expectativas desde que muito novo. Aprendi a lidar com isso e sei que elas aumentam conforme vou subindo no ranking. Mas tento não dar demasiada importância o que os outros pensam de mim. Claro que é bom ouvir os melhores jogadores dizerem que posso vir a ser um grande jogador, mas isso é futuro, tenho de trabalhar”.

Zverev, que conquistou cinco títulos esta temporada, dois deles de categoria Masters 1000, vai defrontar na estreia do ATP 500 de Pequim o britânico de 22 anos Kyle Edmund, 46º do ranking mundial.

Sobre o autor
-

Descobriu o que era isto das raquetes apenas na adolescência, mas a química foi tanta que a paixão se mantém assolapada até hoje. Pelo meio ficou uma licenciatura em Jornalismo na Escola Superior de Educação de Viseu e um Secundário dignamente enriquecido por cadernos cujas capas ostentavam recortes de jornais de Lleyton Hewitt. Entretanto ganhou (algum) juízo, um inexplicável fascínio por esquerdas paralelas a duas mãos e um lugar no Bola Amarela. A escrever por aqui desde dezembro de 2013.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *