Marin Cilic: «Agora sei que posso derrotar o Djokovic»

É dos dois grandes protagonistas da temporada que se fala, mas Marin Cilic mostra ter também uma palavra a dizer no ATP World Tour Finals, relembrando os mais distraídos que a sua época fez-se de várias primeiras vezes: estreou-se na conquista de ATP 500 e Masters 1000 e derrotou Novak Djokovic, depois de 14 derrotas consecutivas.

“Tinha algumas dúvidas, nunca o tinha vencido, mas agora sei que posso derrotá-lo”, disse o número sétimo mundial na conferência de imprensa de antevisão da prova londrina, fazendo referência à sua vitória sobre o sérvio em Paris-Bercy, há cerca de duas semanas.

A esse recente feito de Cilic, junta-se o triunfo ante Andy Murray na final do torneio de Cincinnati, nos EUA, no verão. “Foi uma grande vitória, tendo em conta a sua excelente forma. Vou usar algumas coisas desse encontro. Ele está muito motivado, mas vai ser um duro começo para os dois”, frisou Cilic, primeiro adversário do número um mundial na O2 Arena, esta segunda-feira.

“Este novo passo [ser número um] mostra o tanto que ele melhorou nos últimos dois anos. Ele quer mesmo vencer cada um dos seus encontros. Merece estar na posição que está. Por outro lado, o Novak teve um excelente 2015 e um excelente início de 2016. Não jogou muito na segunda metade do ano, mas vai estar muito motivado para este torneio. Ele quer voltar a ser número um”, alerta.

Sobre a sua prestação na prova que reúne os oito melhores da temporada, Cilic diz esperar  continuar com o seu bom momento de forma. “Houve muita pressão sobre mim e sobre o meu corpo nas últimas semanas, mas espero que tudo corra bem. Espero continuar em forma, como revelei nos últimos meses, e jogar um bom ténis”, concluiu o campeão do torneio de Basileia, no final de outubro.

Cilic divide o Grupo John McEnroe com Murray, Stan Wawrinka e Kei Nishikori.

Sobre o autor
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Descobriu o que era isto das raquetes apenas na adolescência, mas a química foi tanta que a paixão se mantém assolapada até hoje. Pelo meio ficou uma licenciatura em Jornalismo na Escola Superior de Educação de Viseu e um Secundário dignamente enriquecido por cadernos cujas capas ostentavam recortes de jornais de Lleyton Hewitt. Entretanto ganhou (algum) juízo, um inexplicável fascínio por esquerdas paralelas a duas mãos e um lugar no Bola Amarela. A escrever por aqui desde dezembro de 2013.

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