João Sousa: «Foi uma semana de sonho. Ainda não caí em mim»

Da saída do court à campeão à entrada triunfal na sala de imprensa. Com o troféu nas mãos, João Sousa foi recebido com uma calorosa salva de palmas na sala de imprensa, enquanto caminhava pelo corredor formado pelas cadeiras repletas de jornalistas, família e amigos. E se o sorriso de campeão não deixava enganar, o discurso também não.

“É difícil de acreditar, é um sentimento único”, começou por dizer o campeão do Millennium Estoril Open 2018. “Foi uma semana perfeita. Foi o ano em que cheguei aqui com mais confiança e mais tranquilidade para tentar alcançar cada vitória em cada encontro. Foi uma semana de sonho. Sinceramente, ainda não caí em mim”.

“Esta semana demonstrou que tenho trabalhado muito duro. É um prémio por todo esse esforço, por todos estes anos em que dei tudo por tudo para ser melhor jogador, é muito especial por ser em Portugal”, continuou.

Sem se beliscar mas tocando no troféu enquanto falava, como que a certificar-se de que era real, o jogado de Guimarães destacou a importância do apoio dos que estão sempre presentes. “Devo muito este titulo à minha família, e à minha equipa técnica, que me apoio nos bons momentos mas nos menos bons. Quero agradece a toda a minha família e a todos os fãs que realmente acreditaram em mim”.

Apoio que se sente mesmo à distância. “São muitos anos de amor e de dedicação. Fizeram muitos esforços durante muitos anos e, por fim, o resultado está visto, valeu a pena, colhemos os frutos desse esforço. Este título também é deles”, concluiu o campeão do Millennium Estoril Open. Só mais uma vez? João Sousa é o campeão do Millennium Estoril Open.

 

Sobre o autor
- Descobriu o que era isto das raquetes apenas na adolescência, mas a química foi tanta que a paixão se mantém assolapada até hoje. Pelo meio ficou uma licenciatura em Jornalismo na Escola Superior de Educação de Viseu e um Secundário dignamente enriquecido por cadernos cujas capas ostentavam recortes de jornais de Lleyton Hewitt. Entretanto ganhou (algum) juízo, um inexplicável fascínio por esquerdas paralelas a duas mãos e um lugar no Bola Amarela. A escrever por aqui desde dezembro de 2013.

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