Goffin conquista em Tóquio maior troféu da carreira e entra de vez na corrida para Londres

David Goffin tomou-lhe o gosto. Campeão em Shenzhen, China, na semana passada, o belga de 26 anos voltou a revelar-se melhor do que toda a concorrência em solo nipónico e conquistou no ATP 500 de Tóquio o maior troféu da carreira, batendo na final Adrian Mannarino por 6-3 e 7-5.

Os proveitos que o atual número 11 mundial retira do triunfo deste domingo vão para lá do troféu na mão e do chorudo cheque no bolso. Além de subir uma posição no ranking, surgindo esta segunda-feira no 10.º posto, Goffin vai saltar para o sétimo lugar da corrida para o ATP World Tour Finals, prova que chama a Londres os oito melhores da temporada dentro de um mês.

Finalista no ano passado, Goffin consegue sair esta ano de Tóquio com o palmarés mais recheado: é o seu segundo título do ano, quarto da carreira e primeiro da categoria ATP 500. Antes do título em Shenzhen, há uma semana, o jogador belga não levantava um troféu há três anos.

Sobre o autor
- Descobriu o que era isto das raquetes apenas na adolescência, mas a química foi tanta que a paixão se mantém assolapada até hoje. Pelo meio ficou uma licenciatura em Jornalismo na Escola Superior de Educação de Viseu e um Secundário dignamente enriquecido por cadernos cujas capas ostentavam recortes de jornais de Lleyton Hewitt. Entretanto ganhou (algum) juízo, um inexplicável fascínio por esquerdas paralelas a duas mãos e um lugar no Bola Amarela. A escrever por aqui desde dezembro de 2013.

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