Federer assume: «É altamente improvável que jogue a Taça Davis nesta fase da minha carreira»

Definir prioridades ao mais ínfimo detalhe é grande preocupação de Roger Federer nos dias que correm. Assumindo-se como um dos mais enxutos trintões do circuito profissional, ascendendo à segunda posição do ranking à boleia dos dois Grand Slams conquistados em 2017, o suíço de 36 anos sabe que ir a todas é uma perda de tempo e, na hora de fazer cedências, há decisões que se impõem.

“É altamente improvável que jogue a Taça Davis nesta fase da minha carreira”, disse o campeão de 19 títulos major, segundo o Tennis Now. Ainda assim, não é um adeus, para já, à prestigiada competição por equipas. “Não me retirei oficialmente da Taça Davis”.

“Os Jogos Olímpicos de Tóquio [2020] não são um objetivo para mim. Custou não ir ao Rio [de Janeiro, em 2016], mas fiquei bem. Fui porta-bandeira duas vezes, ganhei a medalha de ouro e a medalha de prata. Sinto que conquistei grandes feitos nos Jogos Olímpicos. Não estou a pensar nisso a longo prazo”, admitiu Federer, que liderou a Suíça, juntamente com Stan Wawrinka, na conquista da primeira e única ‘Saladeira’ para o seu país, em 2014.

Sobre o autor
- Descobriu o que era isto das raquetes apenas na adolescência, mas a química foi tanta que a paixão se mantém assolapada até hoje. Pelo meio ficou uma licenciatura em Jornalismo na Escola Superior de Educação de Viseu e um Secundário dignamente enriquecido por cadernos cujas capas ostentavam recortes de jornais de Lleyton Hewitt. Entretanto ganhou (algum) juízo, um inexplicável fascínio por esquerdas paralelas a duas mãos e um lugar no Bola Amarela. A escrever por aqui desde dezembro de 2013.

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