Djokovic escapa a “infeliz” Verdasco: «Ele devia ter vencido»

A mostrar que não desejam grandes mudanças para este novo ano, Novak Djokovic e Andy Murray, os dois melhores jogadores da atualidade, começam 2017 da mesma forma que terminam a época de 2016: a lutar cara-a-cara pelos títulos.

O sérvio e o britânico, ambos de 29 anos, qualificaram-se para a final do torneio ATP 250 de Doha, no Qatar, esta sexta-feira, com níveis de labuta bem diferentes. O campeão em título esteve muito perto de fazer as malas, quando Fernando Verdasco, 42.º mundial, beneficiou de cinco match points no tie break da segunda partida, mas o espanhol não soube dar a machadada final e Djokovic embalou para a vitória, por 4-6, 7-6(7) e 6-3.

“O Fernando teve pouca sorte, ele foi claramente o melhor jogador durante grande parte do encontro e devia ter vencido, foi infeliz”, disse o jogador de Belgrado durante a entrevista no court. “Ele podia ter fechado, mas não o fez. Estava a jogar de forma incrível. As condições voltaram a não ser as melhores para a qualidade do ténis, mas foi um dos encontros mais entusiasmantes que eu já joguei. Não salvei cinco match points muitas vezes na minha carreira”, assegurou.

Mais tranquila foi a tarefa de Andy Murray, frente a Tomas Berdych, número dez do ranking ATP. O escocês, que não perde há 28 encontros, impôs-se por 6-3 e 6-4, num encontro em que aproveitou 79 por cento de primeiros serviços e disparou 10 ases. O número um mundial vai defrontar o seu mais direto adversário pela 36.ª vez na sua carriera, 24 das quais saiu derrotado.

A última vez que mediram forças, no entanto, foi Murray quem triunfou – na final do ATP World Tour Finals, em Londres.

Sobre o autor
- Descobriu o que era isto das raquetes apenas na adolescência, mas a química foi tanta que a paixão se mantém assolapada até hoje. Pelo meio ficou uma licenciatura em Jornalismo na Escola Superior de Educação de Viseu e um Secundário dignamente enriquecido por cadernos cujas capas ostentavam recortes de jornais de Lleyton Hewitt. Entretanto ganhou (algum) juízo, um inexplicável fascínio por esquerdas paralelas a duas mãos e um lugar no Bola Amarela. A escrever por aqui desde dezembro de 2013.

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