Djokovic antevê duelo com Delpo: «Não me posso dar ao luxo de relaxar»

O último embate entre Novak Djokovic e Juan Martin del Potro ainda está bem fresco. Não só porque aconteceu há menos de duas semanas, mas principalmente porque foi de deitar as mãos à cabeça. Quem assistiu à segunda ronda do torneio de Acapulco, no México, ficou com os sentidos em sentido, e quem o jogou também.

A dose de bom ténis adivinha-se semelhante esta terça-feira, quando os dois lutarem pela quartos-de-final em Indian Wells, torneio vencido pelo jogador dos Balcãs nos últimos três anos. “Não me posso dar ao luxo de relaxar”, frisou o sérvio de 29 anos.

“Vou ter de dar tudo, é isso que um jogador como ele exige. Não é o quadro que alguém gostasse de ter logo no início do torneio, mas é o que temos. Defrontei-o em Acapulco e o encontro foi muito equilibrado, definido apenas nos últimos pontos, e não espero que este seja diferente disso”, anteviu.

Djokovic venceu esse tal duelo em Acapulco, por 4-6, 6-4 e 6-4, mas no embate anterior foi o argentino de 28 anos, 35.º mundial, quem levou a melhor, nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em agosto do ano passado. No confronto direto, Djokovic lidera por 12-4.

Sobre o autor
- Descobriu o que era isto das raquetes apenas na adolescência, mas a química foi tanta que a paixão se mantém assolapada até hoje. Pelo meio ficou uma licenciatura em Jornalismo na Escola Superior de Educação de Viseu e um Secundário dignamente enriquecido por cadernos cujas capas ostentavam recortes de jornais de Lleyton Hewitt. Entretanto ganhou (algum) juízo, um inexplicável fascínio por esquerdas paralelas a duas mãos e um lugar no Bola Amarela. A escrever por aqui desde dezembro de 2013.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *