Carreno-Busta: «Queria levantar o troféu e poder fazê-lo é especial»

Primeiro na lista de favoritos e último a abandonar o court este domingo. A semana de Pablo Carreno-Busta não podia ter corrido melhor. Depois de no ano passado ter levado o troféu mais pequeno, o espanhol leva agora na mala, que vai fazer à pressa para apanhar o voo para Madrid ainda esta noite, a taça de campeão do Millennium Estoril Open, conquistada sem ceder qualquer set.

“Estou muito feliz porque depois de perder a final do ano passado e de começar este ano como primeiro cabeça-de-série queria levantar o troféu e poder fazê-lo é especial. Agora há que desfrutar”, começou por dizer o espanhol de 25 anos na sala de imprensa, onde foi recebido com um caloroso aplauso pelos jornalistas.

“Gosto das pessoas, do país, das condições do court, do clima. Sinto-me muito confortável aqui e gosto de tudo. Oxalá que assim continue e claro que gostaria de voltar. Agradeço a todos os que me apoiaram. É um local muito especial para mim”, revelou Carreno-Busta, que sai de Portugal como sétimo na corrida para Londres.

“Era bom que Londres fosse já daqui a duas semanas. Estou a ter uns primeiros meses de ano magníficos, não apenas pelos resultados mas também pelo nível, pelas sensações e pela minha evolução. Mas os resultados não caem do céu. São o fruto de muito trabalho que eu e a minha equipa temos feito diariamente. Agora é continuar a trabalhar“, frisou.

Para celebrações, o 21.º mundial diz não haver tempo, com o Masters 1000 de Madrid a reclamar atenções. “Não há tempo para festas. Tenho voo às 21h30. Jogo Madrid na próxima semana, amanhã já treino e terça jogo”, rematou o espanhol, que se estreia na capital madrilena com Benoit Paire.

Sobre o autor
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Descobriu o que era isto das raquetes apenas na adolescência, mas a química foi tanta que a paixão se mantém assolapada até hoje. Pelo meio ficou uma licenciatura em Jornalismo na Escola Superior de Educação de Viseu e um Secundário dignamente enriquecido por cadernos cujas capas ostentavam recortes de jornais de Lleyton Hewitt. Entretanto ganhou (algum) juízo, um inexplicável fascínio por esquerdas paralelas a duas mãos e um lugar no Bola Amarela. A escrever por aqui desde dezembro de 2013.

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