Federer: «Número um não é objetivo, teria de jogar incrivelmente bem em todos os grandes torneios»

Roger Federer, número quatro do ranking mundial mas líder destacado da ATP Race, depois de conseguido vencer os três primeiros grandes torneios de 2017 – Australian Open, Indian Wells e Miami – tem a noção de que tem algumas chances de voltar a ser líder do ranking mundial aos 36 anos (cumpre-os em agosto), mas acredita que não vai ser uma tarefa nada fácil. E não é um objetivo.

“Os tempos são outros. Eu agora jogo menos torneios e para ter algumas chances de chegar à liderança tinha de jogar incrivelmente bem em todos os grandes torneios que disputar. Vai ser difícil voltar à liderança”, confessou o suíço, em entrevista ao jornal italiano ‘Gazzetta Dello Sport’.

Federer dá ainda alguns exemplos de jogadores que o poderão derrotar ao longo do ano e travá-lo nessa caminhada. “Vou ter de medir forças com o Nadal, Murray e Djokovic, mas há ainda jogadores como Nishikori, Thiem e o Wawrinka. Todos me podem derrotar em qualquer torneio…”

Sobre o autor
- Licenciado em Jornalismo pela Escola Superior de Comunicação Social. Jornalista do Jornal Record desde 2013. Entrou no Bola Amarela em 2008 e ainda por aqui está, a escrever sobre a modalidade que verdadeiramente o apaixona.

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