A festa acabou e a campainha tocou: era o controlo antidoping

A festa foi rija, mas depois é que foram elas. Ressacas à parte, os campeões da Taça Davis acordaram esta segunda-feira com a campainha a tocar mais cedo do sonhariam. À porta, os jogadores tinham uma madrugadora equipa da ITF devidamente munida de frascos e agulhas, pronta a levar a cabo uma minuciosa operação antidoping.

Com a festa pela conquista da tão almejada saladeira a estender-se pela noite dentro, até às 4 horas da madrugada, mais precisamente, Juan Martin del Potro e os seus compatriotas acabaram por dormir não mais do que duas horas.

Às 6 da matina, os jogadores argentinos começaram a fazer fila indiana para o quarto de Leonardo Mayer, que a ITF transformou na sua sede para realizar a recolha de sangue e urina, de acordo com o site argentino “Olé”.

Mais leves, os campeões seguiram para o aeroporto para apanhar o avião para a Argentina, onde foram recebidos, sem surpresa, como verdadeiros heróis.

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Sobre o autor
- Descobriu o que era isto das raquetes apenas na adolescência, mas a química foi tanta que a paixão se mantém assolapada até hoje. Pelo meio ficou uma licenciatura em Jornalismo na Escola Superior de Educação de Viseu e um Secundário dignamente enriquecido por cadernos cujas capas ostentavam recortes de jornais de Lleyton Hewitt. Entretanto ganhou (algum) juízo, um inexplicável fascínio por esquerdas paralelas a duas mãos e um lugar no Bola Amarela. A escrever por aqui desde dezembro de 2013.

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